25 julho 2008

Ambriz

Se não fosse a Vania, nem uma foto, nem umazinha. Não estou no meu melhor, mas pelo menos apareço neste blog que por acaso é para onde mando uns bitaites. Obrigada Amiga!

Su, Vania e Sofia

Vania e Sofia
Final de tarde a beber cucas com a malta da praia

Agora todos! muita bem!! eu não estou escondida na escoridão. estou mesmo do lado de cá

Ambriz






Ambriz


Lindo! Encontram melhor?!


Têm a mania que percebem e depois dá nisto! você atulouuuu

Ambriz






23 julho 2008

Primeiros FDS em Cabo Ledo

Os guerreiros de Cabo Ledo

Beto e Tomaz (tão fofinhos!)

Diogo e Francisco C. a olhar pelos miúdos


A nossa praia! calma...de todos...dos 30, mas só dos 30!


Espero que não me voltem a chatear, tá?! se não dropino!

Primeiros FDS em Cabo Ledo

Vanessa e Sofia

Xiquinho e Carla


Carriço e Tiago

é ele, o grande, o "mais velho"!

1ª paragem: miradouro da lua

A Sofia e o Afonso, João Pedro, António

A nossa casa na Rua Major Kanhangulo, Luanda

à espera de foto

Vamos a isto!

vista da nossa casa, sobre a Baía de Luanda

A pedido de muitas famílias, e da minha inclusive, dou início ao meu blog afro, só para enervar quem queria estar aqui e não pode! Isto é demais!!!Abandonei o nosso tão querido território português há quase dois meses e entrei no misterioso mundo africano. Cheguei a Luanda no dia 11 de Maio de 2008, à noite. O tempo aqui passa, realmente, a correr porque tudo está e para acontecer. Ao mesmo tempo, faltam pessoas a correr na rua, trânsito civilizado, metro, autocarros, táxis, faltam cinemas e teatros. Aqui vive-se em suspensão, nunca se sabe o que está para acontecer e o imprevisível ganha uma forma que eu nunca tinha tocado. Quando falta a água, o banho é à garrafa; quando falha a luz liga-se o gerador (se houver gasóleo); quando pensamos que temos empregada para arrumar a casa e preparar o jantar, ela despede-se; quando o motorista nos primeiros dias de trabalho me diz que estou a sair muito tarde, penso que alguma coisa está ao contrário da minha normal forma de vida.
O dia a dia nesta terra é um verdadeiro conto de tudo, menos de fadas. Há poeira no ar, “Candongueiros” (táxis colectivos) alucinados, stress nosso e a calma natural deles. Na rua, no meio dos carros, à porta de casa há miúdos e mulheres a venderem de tudo. Podemos comprar bananas, aspiradores ou limpa para-brisas sem sair do carro. Se olhamos de esguelha somos logo chamados a comprar: “ oh dona, madrinha, mãe-grande, pai-grande, chefe, oh mais velho”. Se dizemos bom dia, boa tarde, tudo bem, eles respondem “obrigado, obrigado”. Se não dizemos nada, não há algum sinal de boa educação. É assim. E por mais que queiramos não dá para mudar…é preciso uma boa dose de paciência para tudo isto, viché!Mas apesar desta diferente envolvência cultural, valem bem a pena estas experiências!