Depois da bola, fomos até ao Porto de Luanda. Devo confessar que, de tanto ouvir falar, tinha muita curiosidade de conhecer. O João Pedro tinha que ir lá inspeccionar os “seus homens”, ver o navio a operar e impor autoridade, se não aquilo não avança.
Parece que entramos numa mini-cidade. Há ruas, há construções feitas de contentores que sobem em altura a cada dia que passa e há pessoas a circular, a manobrar máquinas e a dormir. E aí é que está “the point”. Os “homens” que deveriam estar a trabalhar estavam a dormir. O chefe João apertou com eles e chamou-os ao escritório no dia seguinte. Eu fiquei a fotografar aquilo que conseguia ver e prometo que a próxima reportagem será de dia. Vale a pena conhecer o tão famoso Porto de Luanda.
Parece que entramos numa mini-cidade. Há ruas, há construções feitas de contentores que sobem em altura a cada dia que passa e há pessoas a circular, a manobrar máquinas e a dormir. E aí é que está “the point”. Os “homens” que deveriam estar a trabalhar estavam a dormir. O chefe João apertou com eles e chamou-os ao escritório no dia seguinte. Eu fiquei a fotografar aquilo que conseguia ver e prometo que a próxima reportagem será de dia. Vale a pena conhecer o tão famoso Porto de Luanda.


